2007-09-27

A noite é a montra.

Satélite grandioso e com leveza,
De infinita beleza,
Atração de todas as épocas,
Sempre distante, sempre presente,
Abençoando nossas noites,
No manto escuro e infinito,
Iluminando o longinquo,
Cheia, enche nossos corações,
Nova, renova nossas forças,
Crescente, cresce nossas almas,
Mingüante, com as dores se desfaz,
O eterno satélite flutua,
Em seu movimento melancólico,
Iluminando o caminho dos bandeirantes,
Movendo o coração dos navegantes,
Agitando os corações dos caninos,
Aquecendo o coração dos loucos e enamorados,
Mulher do Sol para nossos antepassados,
De queijo seria feita no passado,
Para os índios de hoje e do passado
o Amazonas nasceu das lágrimas dela,
Julio Verne sonhava em chegar até ela,
Com seu foguete um dia chegamos nela,
De lá vimos que a Terra,
era muito mais bela.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Gostei do poema, especialmente da intemporalidade que atribuis ao teu "satélite grandioso". :)

3:09 p.m. GMT+0  

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